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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Antevisão Passeio TT São Macário : 24 de Janeiro

Domingo : 24 de Janeiro : São Pedro do Sul

Neste domingo, dia 24 de Janeiro, em São Pedro do Sul, vai ser possível participar num passeio de todo terreno que tem na sua génese a ajuda à população do Haiti, através do apoio à AMI - Assistência Médica Internacional e à Cruz Vermelha Portuguesa.
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Os primeiros passos deste evento foram dados num fórum electrónico dedicado à extinta UMM, o ForUMM, num tópico da secção "Passeios Mistos", e neste momento, já foram angariados perto de um milhar de euros entre os entusiastas da marca portuguesa.
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O Passeio TT de São Macário tem a sua base em São Pedro do Sul, a 22 km de Viseu, mas os caminhos a trilhar passam pela Termas de São Pedro do Sul, pelo Santuário e Gruta de São Macário e a Aldeia da Pena. Se as condições atmosféricas permitirem, também o Parque Eólico recebe uma visita.
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Cruz Vermelha Portuguesa : [Trilho Externo]
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Como é habitual nestas iniciativas, nascidas em fóruns, o almoço está por conta de cada um, devendo partir com o seu farnel a bordo.
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Da parte da tarde está programada uma cerimónia onde, para além de um minuto de silêncio em memória das vítimas do Haiti, vão ser libertados balões brancos, representando os falecidos e balões verdes e vermelhos simbolizando a bandeira nacional.
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AMI - Assistência Médica Internacional : [Trilho Externo]
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O passeio está aberto a todo o tipo de veículos 4x4, com os participantes a serem convidados a contribuir, de forma completamente voluntária, com a importância que bem entenderem. No final, na sessão de encerramento, vai proceder-se às transferências bancárias do montante apurado.
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Eis o Programa:
09h00 : Concentração [Termas de São Pedro do Sul]
09h15 : Pequeno-almoço
09h30 : Visita termal
10h00 : Passagem por São Pedro do Sul
10h30 : Subida ao São Macário
12h30 : Visita do Santuário e Gruta de São Macário
13h00 : Partida para a Aldeia da Pena
13h30 : Almoço
14h30 : Visita à Aldeia da Pena
15h30 : Cerimónia em memória das vítimas no Haiti.
17h00 : Final [São Pedro do Sul]
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Mais informações pelo 964 772 150 ou ummhaiti@gmail.com ou no ForUMM [Trilho Externo].
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Eis o Mapa:


quarta-feira, 1 de julho de 2009

Rio de Mel : 09 de Agosto

Rio de Mel : São Pedro do Sul
Domingo: 09 de Agosto

A comissão de festas 2009 de Rio de Mel, na freguesia de Pindelo dos Milagres, São Pedro do Sul, organizou um Passeio de Motos TT, para a tarde de domingo, dia 9 de Agosto.

Rio de Mel fica no extremo leste do concelho sampredense, bem perto da fronteira entre os concelhos de Viseu e Castro Daire, mesmo ao lado da A24 e da Estrada Nacional 2.

No ano passado marcaram presença meia centena de máquinas e este ano, a aposta deste passeio continua a ser sobretudo a parte do convívio, sendo a volta curta e não havendo qualquer valor de inscrição. Pelo menos, sempre dá para matar o vício...

O arranque está marcado para as 14h30.

Informações: 961 62 68 82

domingo, 20 de maio de 2007

II Encontro TT Bioparque – 20 de Maio

Há muita gente com SUVs (traduzindo do inglês quer dizer Veículos Utilitários e Desportivos) que sonha em ir sujar as rodas mas que se acanha por temer em deixar mazelas na sua viatura.
Se é o seu caso, então perdeu uma excelente oportunidade ao não estar presente no segundo Passeio de Jipes "Por Encanto dos Sabores Antigos", uma organização do Bioparque, em colaboração com a RitualTTerra. Foi Domingo, dia 20 de Maio. Para este passeio TT turístico de 75 km só faltou mais gente e mais Sol...

Passeio do mais puro
O dia acordou mal disposto e assim ficou na maior parte dos 50 km matinais desta viagem com a base no Bioparque, Parque Florestal do Pisão, que fica na freguesia de Carvalhais, S. Pedro do Sul, Viseu, em plena região de Dão–Lafões. (Pode conhecer o local em www.bioparque.org).
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A primeira surpresa do dia foi mesmo o reduzido número de viaturas participantes, que se contava com os dedos de uma mão. Um resultado infeliz atribuível ao facto que este Domingo ser data religiosa destinada para a realização da Primeira Comunhão de muitas crianças, ponto reforçado por também ter sido o dia em que se decidiu o campeonato nacional primo divisionário de futebol em que as três principais equipas lutavam ainda pelo título. Um erro que esta organização não volta a cometer.
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Com um percurso de nível 1, este prometia ser um passeio TT turístico da mais pura forma, para toda a família, onde a história, a gastronomia, a natureza de uma zona, aliadas à diversão e à aventura, criam uma experiência total deveras enriquecedora. Prometia e foi o caso. E só faltou que o nevoeiro desaparecesse para que se pudesse apreciar todo o esplendor destas paragens.
Dado o “briefing” e posta a caravana em marcha, a primeira parte da manhã foi sobretudo rolante, com grande variedade de pisos, mas com as maiores atribulações anotadas no roteiro (road-book). A verdade é que, nesta parte, raramente foi necessário extremar os cuidados com a condução.
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Chegados já ao quilómetro 21, já na Serra da Gravia, o caso mudou ligeiramente de figura, com o trilho a pedir atenção, na navegação e na condução, durante os 8 km seguintes, altura em que se fez a paragem prevista em Valadares.
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De novo em marcha, a caravana conheceu (da comodidade de uma ponte) o rio Vouga e mais à frente admirou a queda de água, acrobacia do rio Varoso, pouco antes de encontrar o Vouga.
Atravessada a ponte do Cunhedo, o trilho levou a comitiva a conhecer um tesouro regional, o Mosteiro de São Cristóvão de Lafões, naturalmente com direito à segunda paragem do dia.
Quase dois quilómetros mais à frente, foi tempo de atravessar um curso de água, com o cuidado que o piso e as máquinas recomendavam, já bem perto de Santa Cruz da Trapa.Mais oito quilómetros sem grandes dificuldades, com passagem por Serrazes, e já estava encontrado o local para saborear a “Vitela à Manhouce”, uma forma de saborear a vitela de Lafões, num restaurante em São Pedro do Sul. Por esta altura, ficava-se com a sensação que se pudesse repetir o percurso, agora com visibilidade total, ninguém recusaria a oportunidade.
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Retemperados os espíritos era tempo de partir para a etapa vespertina de apenas 25 km, onde o passeio foi ainda mais “turístico” que “todo-o-terreno”. O ponto alto do roteiro da tarde, mesmo assim, foi uma “picada” ao quilómetro 14, depois de passar por Bouças e Trigal e com uma nota para apreciar a paisagem da Serra de Macário. Curiosamente foi precisamente alguns metros antes do declive maior que foi necessário colocar “no bom caminho” uma das viaturas participantes. Longa e com boa inclinação, a “picada” trouxe alguma adrenalina mas não colocou qualquer impedimento aos participantes que em breve já estavam rolando, agora com um Sol tímido à espreita, rumando em direcção ao Castro de Cárcoda. O local, de raízes celtas, levou os aventureiros a conhecer outros tempos, outras vidas. Há que lamentar, no entanto, o abandono notado que leva ao permitido avanço da vegetação que ameaça “enterrar” novamente este pedaço de história pré-nacional. Já agora, se me permitem, uma placa interpretativa no local não pareceria demasiado deslocada. A distância foi curta agora até ao Bioparque onde, ainda antes do lanche final, uma zona de diversão “radical” convidava, já sem as máquinas, os mais afoitos (e afoitas) de todas as idades para uma série de “dificuldades” e “acrobacias”, culminando as peripécias num “slide”. Um final em beleza e tal como prometido, às 18h30, o regresso a casa já era possível. Para finalizar uma palavra de ânimo para a organização (Bioparque) para que, malogrado o ligeiro desaire participativo, continue a apostar como tem feito neste conceito de todo-o-terreno, cuja oferta é parca no distrito e cuja qualidade geral neste caso está, claramente, alguns furos acima da média da região e entre as melhores do género do país.

PONTUAÇÃO (0-5):
PERCURSO TOTAL: 4
Dificuldades: 3
Passagens de Água: 3
Paisagens: 3
Grau de dificuldade: 1
ORGANIZAÇÃO TOTAL: 4
Roteiro (Road-book): 4
Apoio no terreno: 3
Bombeiros: 3
Apoio médico: n.d.
Refeições: 4
Alojamento: n.d.

Notas à organização:
1) É fundamental fazer uma escolha de dia acertada, afinal esta é uma das poucas coisas que uma organização pode mesmo controlar.
2) Um pequeno-almoço, por mais mínimo que possa ser, na parte inicial de qualquer passeio acaba sempre por ser uma boa ideia, servindo de boas-vindas sobretudo para quem esteve na estrada durante algum tempo para participar numa actividade.
3) Talvez o esforço para atrair novos públicos deve-se agora ser um ponto a explorar de forma ainda mais veemente.

O ViseuMais e a CentralTT gostariam de agradecer à RitualTTerra as facilidades dadas na obtenção de imagens.

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